Avaliação Pré-Anestésica

Política de Privacidade

Vigente desde 22 de agosto de 2026.

Resumo. Este sistema guarda fichas de avaliação pré-anestésica. Elas contêm dados de saúde de pacientes, que são dados pessoais sensíveis. Cada ficha pertence ao médico que a preencheu e não é acessível a nenhum outro usuário — inclusive a quem administra o servidor. Nada é vendido, compartilhado para publicidade ou usado para treinar modelos.

1. Quem é o controlador dos dados

O médico que cria a conta é o controlador dos dados dos seus pacientes: é ele quem decide preencher a ficha, o que registrar nela e a quem enviá-la. Quem opera este servidor atua como operador, tratando os dados apenas conforme as instruções do médico e nos limites descritos aqui.

Esta separação é a que a LGPD (Lei 13.709/2018) descreve, e ela é a razão de o sistema não permitir que um usuário veja a ficha de outro: não há hipótese em que o operador precise ler o prontuário para manter o serviço no ar.

2. Que dados são tratados

2.1 Do médico que usa o sistema

2.2 Dos pacientes

O paciente não tem conta neste sistema e não interage com ele. Os dados dele chegam aqui porque o médico os registrou durante a consulta, no exercício da atividade profissional — hipótese prevista no art. 11, II, "f", da LGPD (tutela da saúde, por profissional de saúde).

3. Para que os dados são usados

Os dados não são usados para publicidade, não são vendidos, não são cedidos a terceiros para fins próprios deles e não são usados para treinar modelos de inteligência artificial.

4. Leitura do documento do paciente

Quando o médico opta por importar os dados de identificação a partir de uma foto ou PDF, a imagem é enviada à API da Anthropic (anthropic.com), que extrai nome, data de nascimento e sexo e devolve esses campos.

Quem preferir não usar esse recurso simplesmente digita os campos — o sistema funciona igual, e a função pode ser desligada no servidor.

5. Envio de e-mail

Quando o médico envia uma ficha, o PDF vai como anexo através do serviço SMTP2GO, que faz a entrega. O conteúdo do e-mail transita por esse serviço, como em qualquer envio de e-mail. Guardamos o registro do envio (destinatário, data, sucesso ou falha), não o anexo.

O destinatário é escolhido pelo médico. O sistema avisa, no rodapé de cada mensagem, que o anexo contém dados de saúde e deve ser encaminhado apenas a quem participa do cuidado daquele paciente.

6. Como os dados são protegidos

7. Por quanto tempo os dados ficam guardados

A ficha é registro clínico. O CFM (Resolução 1.821/2007) determina guarda mínima de 20 anos a contar do último registro do prontuário, e este sistema segue esse prazo: arquivar uma ficha a tira da lista de trabalho, mas não a apaga.

Rascunhos sem conteúdo podem ser apagados pelo próprio médico. Sessões expiradas e registros de tentativa de login são descartados automaticamente após 30 e 7 dias.

Encerrada a conta, os dados das fichas permanecem pelo prazo legal acima, sob a responsabilidade do médico que as produziu, e o acesso pode ser restabelecido a pedido dele.

8. Direitos do titular

Pacientes têm direito de confirmar a existência de tratamento, acessar, corrigir, requerer anonimização, portabilidade e informação sobre compartilhamento (arts. 18 e 19 da LGPD). Como o controlador é o médico, o pedido deve ser dirigido a ele — que tem, dentro do sistema, o meio de atendê-lo: a ficha é editável, exportável em PDF e enviável por e-mail.

O direito de eliminação encontra limite no prazo legal de guarda do prontuário (item 7): registro clínico não pode ser apagado a pedido enquanto esse prazo correr.

Médicos usuários podem, a qualquer momento, corrigir seus dados de cadastro em "Minha conta" e encerrar sessões abertas.

9. Cookies

São usados três, todos estritamente necessários — nenhum de publicidade ou análise de audiência:

CookiePara quêDuração
anestesia_sessaomanter você conectado14 dias
anestesia_oauthconferir o retorno do Google/Microsoft10 minutos
anestesia_lembrar_*lembrar a conta usada neste aparelho, quando você marca a caixa180 dias

10. Onde os dados ficam

Em servidor próprio, no Brasil. A leitura de documento e o envio de e-mail usam os serviços citados nos itens 4 e 5, que podem processar os dados no exterior — hipótese admitida pelo art. 33 da LGPD para a execução do serviço solicitado pelo titular do tratamento.

11. Mudanças nesta política

Alterações relevantes são anunciadas na tela de entrada antes de passarem a valer. A data no topo indica a versão vigente.

12. Contato

Dúvidas sobre esta política ou sobre o tratamento de dados: contato@luluteveiculos.com.br.

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